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Borders – Final

O Laos é Luang Prabang. OK, antes de ser apedrejado pelos grandes “viajantes”, retifico, Luang Prabang é a principal destinação turistica no Laos. Uma cidade pequena e cheia de pequenas maravilhas esperando escondidas o contato com o “desbravador”. Templos, monges, estatuas, natureza, calma, muita calma.

Ir do Laos ao Vietnã é complicado. Aconselho o uso da invenção dos irmãos Wright. Do Laos, vai-se, normalmente, à Tailândia, através da ponte da amizade ao lado da capital laociana, Vientiane, ou pela “heroica” fronteira de Houei Sai, no Laos, com Chiang Kong, na Tailândia. Exatamente no famoso triângulo de ouro, a triplice fronteira dos dois paises com Myanmar (ex-Birmânia).

Entre Luang Prabang e Houei Sai ha o Mekong. E para percorrer essa parte do rio são necessarios dois dias num barco convencional. Nos fizemos essa travessia, com pouso na sumaria Pak Beng ao fim do primeiro dia. O principal rio do sudeste asiatico é menos almighty que eu pensava e a travessia é chata como ir de Porto Maua à São Borja, nas aguas barrentas do Uruguai.

Chegar à Houei Sai à noite, depois de uma tormenta em pleno Mekong é desolador: enquanto do lado tailandês se vêem luzes e animação (quis dizer uma cidade), do lado laociano é so silêncio, escuridão entrecortada por parcas fluorescentes brancas das casas em torno do porto. Foi nessa cidade onde conhecemos o chuveiro que funciona com um sistema de sucção da agua dentro de um tonel encontrado logo abaixo. Nessas horas o saco de dormir, estilo mumia, super isolante é um bem irrenunciavel (estou falando dos percevejos…).

Dormimos em Houei Sai porque o barco chega inescrupulosamente meia-hora depois do fechamento das aduanas, impedindo a passagem para a Tailândia e obrigando os “aventureiros” a dormir uma ultima noite no Laos. De manhã uma rapida formalidade  e uma pequena lancha faz a travessia para a Tailândia. De volta à civilização e anotando no caderninnho: “Dormir em cidade de fronteira. DON’T!”

Borders

Fronteira entre Brasil e Argentina

Da janela do Corcel I, depois de uma pequena curva, eu o avistei. Poucos minutos passados das seis horas da manhã, com o brilho do alvorecer no céu, o o rio Uruguai. A ponte, entre Paso de los Libres, na Argentina, e Uruguaiana, no Brasil, dura menos de vinte segundos e voilà, a ultima fronteira fica para tras.

Entramos no Brasil, ultimo pais de nossa Volta ao Mundo. O taxista argentino insistia em perguntar alguma coisa que eu não conseguia entender enquanto deixavamos para tras a ultima cidade de fronteira. Elas foram varias, todas se parecem, cada uma é unica.

Paso de los libres é, de algum modo, a sintese desses lugares onde errantes e marginais flertam com a possibilidade de atravessar essas linhas intraçaveis que separam dois paises. Essas cidades são entrada ou saida, jamais estada. De todas as travessias terrestres de a nossa Volta ao Mundo, três foram memoraveis: a fronteira sino-nepalesa – ou tibeto-nepalesa – entre as cidades de Zangmu, na China, e Kodari, no Nepal; a fronteira tai-laosiana, entre Houaixai, no Laos, e Chiang Kong, na Tailândia; e a ultima, a travessia do rio Uruguai para chegar a Uruguaiana, do lado brasileiro.

Continuação: “the funkiest” fronteira – do Tibete ao Nepal.


Bilan de la Thailande


Afficher 2backpacks – Thailand sur une carte plus grande

La Thaïlande est LE pays touristique le plus facile depuis le début de notre tour du monde, la vie n’est pas chère, les plages et les temples sont magnifiques et les locaux très accueillant et gentils. Évidemment, la différence de budget est énorme entre le nord (Chang Mai, Chang Rai, Bangkok) et le sud très touristique et très cher comme Phuket, Ko Phiphi, Ko Lanta et Ao Nang.

Hôtel :
A 15€, on se loge dans une chambre propre avec air conditionné, TV , frigo et douche chaude. Les prix baissent en fonction de ces critères et peuvent descendre jusqu’à 4€ la nuit. Même les backpackers les plus roots peuvent à moindre coût avoir une chambre très correct et confortable.

Bangkok : New Siam II – 17 €
Koh Chang: Ben’s Bungalow -  10 €
Koh Chang : Palm ‘s Garden – 16 €
Chiang Rai : Orchid’s Guesthouse – 9 €
Chang mai : Pha Thai- 10 €
Bangkok : Happyhouse Guesthouse – 14 €
Ko Samui : The Wave – 17 €
Ko Samui : Budget Hotel – 20€
Phuket : Ocean Resort Best Western – 66 €
Phuket : Sunshine Guesthouse – 17 €
Koh Phi Phi : Phi Phi Paradise Pearl Bungalow – 57 €
Ko Lanta : Moonlight Bay Resort – 52 €
Ao Nang : Ben’s House – 24 €
Bangkok : New Siam I – 13 €

Transport :
Pour parcourir le pays, le car reste la meilleure option, par exemple de Chang Mai à Bangkok (7h de car) pour 6€ par personne. Des petites agences de voyages de rues proposent des tickets de ferry pour voyager d’île en île, ils partent toujours à l’heure, sont rapides, bon marchés et agréables.
Les taxis à Bangkok mettent le compteur et reviennent moins chers que les tuk-tuk qui triplent les tarifs pour les touristes. Par contre, à Phuket pour se déplacer de plages en plages, les taxis refusent de mettre le compteur et ça revient plus cher.

Repas:
Tous les hôtels proposent des petits déjeuner sympathiques. Les plats typiques délicieux comme le Pad-thai coûte entre 1€ et 5€. Les restaurants sont vraiment bons et on mange sur le pouce, il y aussi des marchands ambulants qui vendent des brochettes ou autre à moindre coût.

Budget:
Nous avons dépensé  43€  par jour. Nos hôtels à Phuket et dans les îles ont été offert par mes parents, ce qui nous a permis de dormir dans des resorts et de baisser notre budget. La Thaïlande restera un excellent souvenir pour nous, les paysages, la nourriture, les gens sont inoubliables.

Redação de Férias: As ilhas da Tailândia

Nossas duas ultimas semanas na Tailândia foram dias de férias. Praia, sol e excursões para ver mais praias e tomar mais sol. Esse site é um blog pra contar uma Volta ao Mundo e não para relatar o “veraneio”. Por isso, farei como no colégio, uma pequena redação de férias elencando as ilhas (koh, em tailandês) por onde passamos numa espécie de billboard du soleil. E pensar que, quando criança, minha redação era sobre Tramandai, Capão Novo, Curumim…

#6. Ko Lanta: mais selvagem, menos “beleza plastica”.

Koh Ngai, a bela vizinha de Lanta

Nessa ilha, as praias não têm a areia branca e a agua é quase transparente. Essa lista é baseada numa vibe pessoal e nosso hotel ficava numa praia impraticavel por causa das rochas. Tuc-tuc todos os dias para visitar as outras praias. Destaque para o belo pôr-do-sol e para a ilha de Koh Ngai (foto acima - que visitamos em um dia partindo de Ko Lanta) essa sim poderia entrar na disputa das mais-mais. Ko Lanta – foto abaixo - foi a mais selvagem das nossas paragens, mas não se enganem, existem outras: Koh Ngai, por exemplo, e Koh Lipe, que infelizmente deixamos de fora.

#5. Phuket: estilo grande balneario.


Phuket é o principal destino turistico da Tailândia e um dos pontos de convergência do turismo sexual. A ilha é a maior da Tailândia e as distâncias entre as praias também. As praias são bonitas, areia branca e tal, grandes e com boa infraestrutura (cerveja gelada). Phuket é legal quando se quer fazer uma praia nova a cada dia e visitar a cidade (de Phuket, não Patong) à noite.

#4. Ao Nang e Railay Beach: não é ilha, mas é como se fosse uma.


A praia de Ao Nang é bastante simpatica, um longo corredor de pequenas butiques para turistas permeada de restaurantes em uma avenida à beira-mar. A praia de Ao Nang é tomada de cascalhos e barcos e pouco apreciada pelos turistas. A praia de Railay, ao contrario, é famosa pela beleza dos rochedos que a circundam. Acessivel apenas de barco, ela guarda um estilo ilha perdida. Um dos mais belos cenarios da Tailândia.

#4. Koh Samui: mal falada, mas com charme.


Koh Samui perdeu o status de paraiso para as ilhas vizinhas de Koh Pha Ngan e Koh Tao. A primeira é o nirvana dos ravers com a fullmoon party e a segunda, o santuario dos mergulhadores. Koh Samui fica com o status de “cidade”, com uma noite forte e praias ocupadas por turistas mais velhos, diferentemente da gurizada de Pha Ngan. Para mim, a praia de Chaweng, tida como a mais badalada – e por isso, à evitar – é uma das melhores da Tailândia e o melhor, com ondas!

#2. Koh Chang: a primeira ilha a gente nunca esquece.


Koh Chang é um ilha low-key a cinco horas de ônibus de Bangkok. E a escapada ideal para aqueles que não tem muito tempo na Tailândia mas querem evitar o forno da capital. A ilha é uma Ko Lanta melhorada. Guarda um aspecto selvagem, com um mar estilo piscina verde e varios restaurantes de peixe grelhado, na areia, à noite. Foi nosso primeiro encontro com o mar na Tailândia, ainda em dezembro 2009, e nos deixou a melhor das impressões.

#1. Koh Phi Phi: The Beach is always the beach.

Maya Bay: The Beach

Sei que é obvio escolher as ilhas de Phi Phi (Don e Ley) como a mais bela da Tailândia. Como não fui à Koh Lipe, não posso dizer o contrario. São caravanas e caravanas de turistas em seus pequenos barquinhos em todos os cantos das ilhas. Mas quando você chega à Maya Bay, vulgo A Praia, em Phi Phi Ley, ou na Praia dos Macacos, ou ainda, na mais distante, Ilha dos Bambus, você entende melhor porque todo mundo quer vir, ou esta, la. Thailand’s Finest.

Buda, meu travel buddy

Buda de Esmeralda - de Luang Prabang, Laos

Quem viaja em rotas tradicionais do turismo acaba encontrando de tempos em tempos – e de hostel em hostel – as mesmas caras. Em alguns paises, sair dos caminhos sinalizados pelos guias de viagem, demanda um esforço enorme, além de tempo extra e nervos de aço. Por isso, a maioria dos viajantes acaba optando pelos trajetos simples, com transporte certo e deixa de lado as roads less travelled. Logo, todo mundo encontra todo mundo em cada etapa da viagem. E não é necessario fazer uma Volta ao Mundo, experimente fazer Bolivia e Peru, em seus trajetos conhecidos, e você tera a companhia dos mesmos companheiros de viagem.

No sudeste asiatico a religião budista é majoritaria, os monges estão presentes por toda parte e uma coincidência colocou uma pulga atras da minha orelha: o Buda de Esmeralda. Estavamos em Luang Prabang, no Laos, e visitando um templo vemos a imagem (acima) de um Buda de Esmeralda (na verdade ele é feito de jade). Ok. Bonita estatua. Dias mais tarde, em Chiang Rai, uma nova estatua do mesmo buda. Como assim? Na cidade seguinte, Chiang Mai, mais um templo dedicado ao mesmo verdinho. Até que chegamos a Bangkok, onde encontramos o cara novamente, e dessa vez, o legitimo (foto abaixo).

A historia desse nosso travel buddy é interessande, especialmente para os espiritos nômades e para os viajantes incansaveis: o Buda de Esmeralda foi feito ha mais de dois mil anos na India. Três séculos mais tarde foi levado ao Sri Lanka. Mais tarde, o rei da Birmânia requisitou a estatueta de 45 cm para ser levada ao seu pais para sustentar o budismo. O problema é que o navio que transportava a imagem naufragou e o Buda de Esmeralda acabou sendo recolhido na costa do Camboja. No XV século, os tailândeses capturaram Angkor Wat, no Camboja, e levaram a estatua para Chiang Rai, onde ela foi escondida. Diz a lenda que um raio caiu sobre uma estupa dourada e revelou a localização da imagem escondida em uma forma de gesso. Dali, ele foi levado à Lampang, e depois Chiang Mai. Em 1552 ele foi capturado pelo reino de Laos e levado à Luang Prabang. Ultimo capitulo: em 1779, um general tailandês recapturou o Buda de Esmeralda e o trouxe à Bangkok, onde, desde 1784, ele ocupa seu trono em Wat Phra Kaew e o paladino do reino da Tailândia e maior simbolo da religião budista no pais.

Talvez, o Buda de Esmeralda pudesse ser um novo Hermes – deus dos viajantes – e representar essa tendência posmoderna do acaso e da errância. Nice travel buddy. Mas essa é uma outra – e longa – historia.

Buda de Esmeralda - o original, Bangkok, Tailândia

Un petit Thaï?

La cuisine Thaïlandaise est basée sur 4 piliers : Le salé, le sucrée, l’amer et le piquant. Comme nous avons appris lors de notre cours de cuisine thaï, à Chang Mai, trouver l’équilibre entre les quatre piliers est la clé pour la réussite d’un plat.
N’oublions pas cependant l’importance du riz, on le mange à la vapeur ou gluant. Il remplace le pain, vu qu’on le roule dans les mains pour le tremper dans la sauce d’une soupe ou d’un curry tel un morceau de baguette.
En Thaïlande, la diversité du menu est grande mais il y a certains plats incontournables. Voici nos préférés :

Le Pad thaï est le plat typique Thaïlandais que l’on retrouve dans tous les restaurants ou directement dans la rue chez les “cuisiniers ambulants” qui sortent leurs woks à n’importe quelle heure de la journée. Ce plat est composé de nouilles cuites dans le jus de tamarin, d’un radis vinaigré, d’un œuf, de morceaux de tofus, de crevettes, assaisonné avec de la sauce soja ou de poisson. Le tout est sauté dans le wok, et garni d’un citron vert, de soja frais et de cacahuètes pilées. Les Thaïlandais y ajoutent du chili en poudre.
Le Pad thaï coûte entre 1€ et 4€ , assez consistant, il se déguste indéfiniment en bord de plage, dans la rue ou dans les bons petits restos du coin.

Les soupes font partie du quotidien des Thaïlandais, les goûter nous rappelle instinctivement l’exotisme, les saveurs se mélangent et réveillent nos papilles, la citronnelle au gingembre, la coriandre thaï au coco, le chili au citron vert.
La plus connue est la Tom Yum, soupe à base de crevettes, champignons, tomates, coriandre et tamarin.

On peut déguster à moindre coût les pieds dans le sable de nombreux fruits de mer et poissons en tout genre . Sur toutes les îles, et même à Bangkok, un gros poisson grillé au barbecue coûte 6€, on peut y ajouter de la garniture comme le maïs ou les pommes de terre à la braise. A Koh Chang, l’assiette de Saint-Jacques grillée délicieuse est à 3€ , les crevettes et gambas à petit prix.

Les grosses noix de coco nous rafraîchissent, surtout quand on est assez courageux pour manger la salade de papaye très pimentée ou autre curry à base de chili. Autre instant de bonheur, lorsque l’on se relaxe sur un transat devant la mer transparente et que l’on sirote un bon jus frais de coco, pastèque, ou ananas.

Welcome to the Houellebecqland

Ha algum tempo escrevi que a “Russia é o eldorado do hedonismo posmoderno”. Naquele post, pesou no meu raciocinio aquilo que o escritor francês Michel Houellebecq caracteriza como modus vivendi da sociedade atual e, especialmente, a condição do homem – gênero masculino – na posmodernidade. Houellebecq fala das vontades e dos desejos e da impossibilidade de alcança-los… salvo em determinadas circunstâncias – efêmeras – e, talvez, em determinados locais. Foi la que eu inseri a Russia, com suas mulhres longelineas, tradição de alcoolismo e de consumismo presenteista.

Houellebecq, em seu livro Plataforma, conta a historia de um “Michel” que parte fazer turismo na Tailândia e encontra no pais, aquilo que, segundo ele, na sociedade européia, não existe mais: uma espécie de machismo sexual e uma naturalidade no comércio e trocas sexuais. A Tailândia é o eldorado desse Michel. Eu ainda prefiro a Russia, mas é verdade que o pais dos sorrisos ganharia se os turistas, homens, fossem chamados a escolher.

As razões são as mesmas escritas em Plataforma: mulheres jovens e bonitas – as mais belas do sudesto asiatico. Um ambiente de festa – em alguns lugares non-stop – onde tailandesas simpaticas abordam os turistas para oferecer suas “massagens”. E é claro, Michéis para os seus carinhos não faltam: um turista inglês, num ônibus de noite, em direção a Koh Samui, relatou com todos os detalhes sordidos, seus encontros amorosos nas noites que passou em Bangkok. Resumão: 75 reais por uma noite inteira; as prostitutas mentem dizendo que ele é bonito e ele esta cansado dessas falsidades; elas não dizem não, mas cobram mais, mais tarde. Acrescento ai o que Houellebecq diz: o espirito submisso da mulher asiatica é a unica rendição para a condição do homem posmoderno, com ela, ele volta a ser senhor de/em suas relações amorosas e sexuais. Um ultimo dado, segundo esse artigo (em francês – uso google para traduzir), a prostituição na Tailândia é muito menos ligada coerção de mulheres do que se imagina e muito melhor aceita – pela sociedade – do que no Ocidente.

Por isso mesmo que os vendedores de pacotes de turismo sexual: vôo + hotel + puta, se tornam verdadeiras agências de matrimônio. O turista ocidental encontra na mulher tailandesa aquilo que ele não consegue mais achar nas mulheres de seu pais e a “promove” à categoria de esposa. Lendo esse artigo (em francês, de novo) da pra se ter uma idéia geral dos serviços e o que pensam as tailandesas.

Soma-se às tailandesas, as praias,o calor e custo de vida – e de turismo – extremamente barato. Fica dificil bater a Tailândia como eldorado posmoderno…

Filles de joie

On ne va pas se voiler la face, s’il y a une chose qui peut choquer les touristes, surtout féminines, c’est le nombre incroyable de prostituées en Thaïlande et dans toute l’ Asie du sud-est.

La particularité de la prostitution en Thaïlande est qu’elle est partout, elle se confond avec les touristes, elle n’est pas cachée comme à Paris, avec ses zones louches, comme Pigalle, ou dans les bois.

Bien sûr, en Thaïlande, il y a des “bars à putes” que l’on reconnait grâce à leurs noms ambiguës comme “69” ou “pussycat” et à leurs lumières rouges, mais beaucoup sont mélangés avec le commerce et les visiteurs. Par exemple, à Phuket, on trouve des bars où se côtoient prostituées à une table, familles dans l’autre, sans aucune gêne. Certaines masseuses de jour deviennent prostituées le soir et un grand nombre d’entre elles se groupent devant les salons, assises. Elles vous aguichent en rigolant avec des “give me one hoouuuuur, and you will remember for a looooooooonnnng tiiiiime!!“- avec le caractéristique accent thaïlandais.

Beaucoup d’hommes y succombent et certains choisissent la Thaïlande grâce à sa réputation fulgurante. Les femmes sont habillées en minijupe, très maquillées;  jeunes, jolies et très minces. A mon étonnement, les clients sont majoritairement des jeunes hommes, parfois en groupe qui revendiquent de passer la nuit avec une Thaïlandaise. Alors qu’ils ne le feront peut être pas chez eux si ouvertement, le fait d’être loin, en vacances, les désinhibe.

Les relations entre clients et prostituées peuvent s’avérer plus longues que la furtive rencontre commerciale. Les sex package tour sont là comme exemple : billets d’avion, hôtel et prostituée pour une semaine et celle-ci peut, bien sûr, se prolonger. On ne veut pas dire que la profusion de couple mixte que l’on rencontre en Asie du sud-est est issue essentiellement de la prostitution mais nul ne peut nier que la prostituée Thaïlandaise peut devenir la petite copine, voire, la femme.

Pendant notre séjour sur l’île de Koh Chang, tous les jours à la plage, il y avait deux hommes Allemands d’une quarantaine d’années en compagnie de deux Thaïlandaises du même âge dont une avait un petit enfant. Comment ils se sont connus, nous ne savons pas, le fait est qu’ils profitaient comme nous de leurs vacances en famille.

Un article intéressant pour approfondir la discussion.

Massage Thai

Quand on regarde les guides de voyage sur l’Asie du Sud-est, notamment Lonely Planet, ils nous parlent de ne pas nous soucier avec le “contact” des gens. Les peuples de ces pays ont l’habitude de toucher. Par là, je veux bien exorciser le mythe des orientaux effrayés de quelque contact humain – raison pour la salutation à distance, par exemple. Le contraire!, si vous partager un bus local, des enfants peuvent s’endormir sur votre épaule ou votre cuisse, des gens ne vont pas hésiter à vous toucher le bras pour attirer votre attention. Bref, l’Asie du Sud-est, spécialement la Thaïlande, est une région de contact, de toucher… célèbre, grâce à cela, pour ses massages divins.
Dans les rues de Bangkok, aussi bien qu’à Phuket – après une journée de plage ou de visite sous la chaleur tropicale -, il est difficile de résister à la tentation d’un bon massage. Les salons sont omniprésents, et si on est toujours pas convaincu, les hôtesses vous interpellent avec des “foot massage? Massage madame?“.

Il existe un grand éventail de soins, comme les gommages au yaourt, au grain de café, les soins du visage, la manucure-pédicure, l’enveloppement du corps, les bains de lait avec des fleurs, les massages du corps avec de l’huile de coco, à l’ aloe vera. Mais les plus pratiqués restent les massages de pieds et le fameux massage thaïlandais.
Lorsque l’on se balade, le soir, dans n’importe quelle ville de Thaïlande où le quartier est animé, on croise des restaurants barbecues – où la fumée du poissons grillés nous donne faim -, on est attrapé par les vendeuses dans des magasins de souvenirs – où le poisson se mêle à l’odeur de plastique des sacs de contrefaçons. Et, juste à côté, dehors sur le trottoir, des touristes allongés sur des sièges, à moitié endormis, se font masser les pieds avec des huiles essentielles, tout ça dans une chaleur moite qui fait briller la peau des gens.

Le massage thaïlandais est le plus traditionnel, pratiqué à travers les vêtements. On a plutôt l’impression que la masseuse vérifie nos articulations et notre souplesse. En fait, elle commence à nous monter dessus, parfois elle frappe, elle fait craquer les os, elle masse avec ses coudes…massage très tonique à pratiquer si vous êtes bien en forme.
Le massage du corps à l’huile est lui très relaxant et n’a rien à envier aux techniques parisiennes, les soins sont sensiblement les mêmes, seulement le prix est 10 fois moins cher.
Un massage à l’huile d’une heure coûte six  euros, un massage de pied coûte quatre euros, et le massage thaïlandais cinq euros. Ils sont pratiqués à l’air libre sur la plage, en plein centre ville dehors ou dans des petits salons climatisés.
C’est le moment où jamais de se laisser aller et de prendre son “quota” de massage pour l’année, pour les plus téméraires, le massage Thaïlandais, pour les moins courageux, les bons massages relaxant avec, en bonus, la gentillesse légendaire des Thaïlandaises!