Borders

Fronteira entre Brasil e Argentina

Da janela do Corcel I, depois de uma pequena curva, eu o avistei. Poucos minutos passados das seis horas da manhã, com o brilho do alvorecer no céu, o o rio Uruguai. A ponte, entre Paso de los Libres, na Argentina, e Uruguaiana, no Brasil, dura menos de vinte segundos e voilà, a ultima fronteira fica para tras.

Entramos no Brasil, ultimo pais de nossa Volta ao Mundo. O taxista argentino insistia em perguntar alguma coisa que eu não conseguia entender enquanto deixavamos para tras a ultima cidade de fronteira. Elas foram varias, todas se parecem, cada uma é unica.

Paso de los libres é, de algum modo, a sintese desses lugares onde errantes e marginais flertam com a possibilidade de atravessar essas linhas intraçaveis que separam dois paises. Essas cidades são entrada ou saida, jamais estada. De todas as travessias terrestres de a nossa Volta ao Mundo, três foram memoraveis: a fronteira sino-nepalesa – ou tibeto-nepalesa – entre as cidades de Zangmu, na China, e Kodari, no Nepal; a fronteira tai-laosiana, entre Houaixai, no Laos, e Chiang Kong, na Tailândia; e a ultima, a travessia do rio Uruguai para chegar a Uruguaiana, do lado brasileiro.

Continuação: “the funkiest” fronteira – do Tibete ao Nepal.


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2 thoughts on “Borders

  1. Pingback: Borders II | 2backpacks

  2. Priscila Almeida

    Oi Felipe, sou amiga da Rafa. Que legal que passaram por Uruguaiana, minha cidade natal. Eu procurei nos arquivos do teu blog e não achei um texto que havia escrito há uns anos sobre sexo e a real entrega… agora fiquei na dúvida se foi tu que escreveu ou se ele não está mais por aqui. Me ajuda?

    Reply

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